Presidente da Lar diz que cooperativa estuda ajustes e descarta decisões precipitadas
Irineo da Costa Rodrigues afirma que possíveis mudanças serão avaliadas conforme seus impactos sobre a operação.
Por Larissa Parizotto | Redação
Fonte: Assessoria Lar Cooperativa
Atualizado: há 1 hora • Postado: há 1 hora
A Lar Cooperativa Agroindustrial está avaliando possíveis ajustes em suas atividades e despesas diante do cenário econômico. O diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues afirmou que as decisões dependerão de estudos sobre os impactos para a cooperativa, os associados e os funcionários.
Em entrevista produzida pela assessoria da Lar e apresentada nesta sexta-feira, 30 de outubro, o dirigente defendeu cautela na condução dos negócios e afirmou que a cooperativa mantém uma posição econômica tranquila em relação aos efeitos imediatos do resultado eleitoral.
“A Lar não faz jogadas, a Lar não faz apostas, ela não se expõe”, declarou.
Ao comentar possíveis medidas de contenção, Rodrigues disse que a direção ainda analisa quais mudanças poderão ser necessárias. Segundo ele, a prioridade é preservar a continuidade das atividades e evitar decisões tomadas sem avaliação suficiente.
“Nós não vamos nos precipitar, vamos agir com muito equilíbrio”, afirmou.
Entre os pontos mencionados pelo presidente estão a revisão de apoios a entidades e a análise da organização do trabalho. Ele também citou a possibilidade de encerramento de atividades consideradas pouco justificáveis economicamente, situação que poderia resultar em redução de funcionários.
A fala foi apresentada no contexto dos estudos em andamento. A entrevista não trouxe anúncio de fechamento de uma unidade específica, número de vagas a serem cortadas ou calendário de desligamentos.
Rodrigues afirmou que a avaliação deve considerar a importância da cooperativa para os produtores associados, os trabalhadores e a economia regional.
“Medidas austeras que são necessárias terão que ser tomadas”, disse, ao defender controle de despesas sem comprometer a continuidade do negócio.
Na entrevista, o dirigente também manifestou preocupação com juros, gastos públicos e tributação. Essas avaliações representam seu posicionamento sobre o ambiente econômico e os fatores que, em sua análise, podem influenciar as decisões empresariais.